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Verificador de sintaxe JSON com localização do erro

A sintaxe do JSON é rígida e um único caractere fora do lugar já invalida o documento inteiro.

Confere aspas duplas em todas as chaves e strings

🔒

Detecta vírgulas finais e vírgulas que faltam entre itens

Verifica o equilíbrio de chaves e colchetes aninhados

Aponta a posição exata do primeiro erro de sintaxe

Custo
Faixa gratuita
Cadastro
Não necessário
Processamento
Depende da ferramenta
Privacidade
Método informado
IframeResponsivoAtribuição incluída

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Coloque Validador de JSON em um post, documentação, intranet ou portal escolar com um iframe. O processamento, a privacidade e os limites são os mesmos da página completa.

  • Uma linha de HTML pronta para copiar
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  • O código não inclui credenciais de API

Código de incorporação

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Atribuição amigável: um pequeno link "Powered by FixTools" aparece no rodapé do embed.

Quais regras de sintaxe o JSON exige

A base da sintaxe JSON são as aspas duplas. Toda chave de um objeto precisa estar entre aspas duplas e toda string também. Isso surpreende quem vem do JavaScript, onde é comum escrever chaves sem aspas ou usar aspas simples. Em JSON, um par como 'nome': 'Ana' é inválido; o correto é "nome": "Ana". As aspas simples não são reconhecidas em nenhuma posição, nem em chaves nem em valores. Dentro de uma string, caracteres especiais como aspas duplas, barra invertida e quebras de linha precisam ser escapados com barra invertida. O verificador confere cada abertura e fechamento de aspas e detecta quando uma string começa mas não termina, um erro que costuma deslocar toda a interpretação do restante do documento.

O segundo pilar são as vírgulas e a estrutura. Os itens de um objeto e os elementos de um array são separados por vírgula, mas essa vírgula é um separador, não um terminador. Ou seja, ela vai entre dois itens e nunca depois do último. Escrever [1, 2, 3,] ou um objeto terminado em vírgula deixa uma vírgula final que invalida o JSON, mesmo que muitos editores de código tolerem isso em outras linguagens. Além disso, dois pontos separam a chave do valor em cada par de objeto. O verificador acompanha a contagem de itens e sinaliza tanto a vírgula que sobra quanto a que falta entre dois elementos, indicando a posição onde a estrutura deixou de fazer sentido para o parser.

O terceiro pilar é o equilíbrio entre chaves e colchetes. Cada chave que abre um objeto precisa de uma chave que o feche, e cada colchete que abre um array precisa do colchete correspondente. Eles também têm de fechar na ordem certa, respeitando o aninhamento: um array dentro de um objeto fecha o colchete antes de fechar a chave externa. Um único símbolo esquecido faz o parser percorrer o resto do texto esperando um fechamento que nunca chega, o que costuma gerar a mensagem de fim inesperado do JSON. O verificador rastreia a pilha de aberturas e fechamentos e aponta onde o equilíbrio se rompeu, ajudando você a encontrar rapidamente o colchete ou a chave que ficou faltando ou sobrando.

Vale destacar o que a sintaxe do JSON não permite, porque são justamente essas tentativas que mais geram erros. Não existem comentários: nem os de duas barras, nem os de barra com asterisco, nem os de cerquilha. Os valores aceitos são apenas string, número, booleano true e false, null, objeto e array. Constantes de JavaScript como undefined, NaN e Infinity não são JSON válido. Números não podem ter zeros à esquerda nem começar por ponto. O verificador percorre o texto e para no primeiro ponto que viola qualquer dessas regras, mostrando a posição e o motivo. Como reproduz a mesma lógica de um parser real, o que ele aprova aqui será aceito pelo JSON.parse do seu código, sem diferenças entre o teste e a execução.

Todo esse trabalho de conferência é feito localmente, dentro do navegador. O seu JSON não sai do computador, não é enviado a um servidor nem fica armazenado, o que permite verificar trechos com dados internos sem preocupação. É importante ser honesto sobre o alcance da ferramenta: ela verifica, localiza e explica cada erro de sintaxe, mas quem faz a correção é você. Essa divisão é intencional, pois evita que um ajuste automático altere o conteúdo de forma indesejada. O fluxo natural é verificar, ler a posição do erro, corrigir na própria caixa e verificar de novo, repetindo até o documento passar limpo. Em arquivos longos, esse ciclo é muito mais rápido do que reler tudo procurando a aspa ou a vírgula problemática.

Como usar esta ferramenta

💡

Cole o seu JSON no verificador acima para conferir aspas, vírgulas e chaves e localizar qualquer erro de sintaxe.

Como Funciona

Guia passo a passo para verificador de sintaxe json com localização do erro:

  1. 1

    Insira o JSON a verificar

    Cole o seu JSON na caixa do verificador ou carregue um arquivo .json do computador. O texto fica no navegador durante toda a análise e não é enviado para nenhum servidor externo nem armazenado.

  2. 2

    Execute a verificação de sintaxe

    Acione a verificação e a ferramenta percorre o documento conferindo aspas, vírgulas, dois pontos e o equilíbrio de chaves e colchetes, exatamente como faria um parser JSON de verdade ao ler o texto.

  3. 3

    Localize o erro apontado

    Se a sintaxe estiver correta, você recebe a confirmação. Caso contrário, a ferramenta mostra a posição do primeiro erro e explica se falta uma aspa, sobra uma vírgula ou um colchete não foi fechado.

  4. 4

    Corrija e verifique novamente

    Ajuste o ponto indicado diretamente na caixa e execute a verificação outra vez. Repita o ciclo até que todos os erros de sintaxe desapareçam e o documento seja reconhecido como JSON válido.

Exemplos do mundo real

Situações comuns em que essa abordagem faz diferença real:

Depurar um erro de sintaxe em uma resposta de API

Quando uma resposta JSON de uma API falha ao ser interpretada pelo seu código, cole o corpo no verificador. Ele aponta se o problema é uma string sem fechamento ou uma vírgula fora do lugar, antes de você mexer na aplicação.

Revisar um config JSON escrito à mão

Arquivos como tsconfig.json ou manifestos escritos manualmente acumulam vírgulas finais e chaves não fechadas. Verifique a sintaxe antes de comitar para que o build não quebre por um detalhe difícil de enxergar em meio a muitas linhas aninhadas.

Conferir JSON convertido de outro formato

Ao converter YAML, CSV ou um objeto de código para JSON, é fácil herdar aspas simples ou dois pontos no lugar errado. A verificação de sintaxe confirma que o resultado da conversão está de fato dentro das regras do formato.

Dicas profissionais

Obtenha melhores resultados com estas sugestões de especialistas:

1

Corrija de cima para baixo

O verificador para no primeiro erro, então resolva-o e verifique de novo em vez de tentar adivinhar todos de uma vez. Cada correção costuma revelar o próximo problema real, e não erros em cascata provocados pelo primeiro.

2

Preste atenção às strings longas

Uma aspa dupla não escapada dentro de uma string faz o parser pensar que a string terminou ali, deslocando toda a leitura seguinte. Se o erro apontado parece estranho, procure aspas ou barras invertidas mal escapadas logo acima.

3

Reconheça a sintaxe do JavaScript

Chaves sem aspas, aspas simples e comentários são válidos em objetos JavaScript, mas não em JSON. Se o seu texto foi copiado de código-fonte, espere que o verificador aponte justamente esses pontos e ajuste-os para aspas duplas.

FAQ

Perguntas frequentes

O JSON exige aspas duplas em chaves e strings, vírgulas apenas entre itens e nunca depois do último, dois pontos entre chave e valor, e chaves e colchetes equilibrados. Comentários não são permitidos e os valores devem ser dos tipos aceitos pelo formato.
A vírgula em JSON é um separador entre dois itens, não um terminador. Deixá-la depois do último elemento, como em uma lista terminada em vírgula, cria uma vírgula final que o padrão não aceita. O verificador aponta a posição exata dessa vírgula para você removê-la.
Não. Tanto as chaves quanto as strings precisam usar aspas duplas. Aspas simples, comuns no JavaScript, tornam o JSON inválido em qualquer posição. O verificador sinaliza cada aspa simples encontrada para que você a substitua pela aspa dupla correta.
Não. Toda a verificação de sintaxe roda localmente no seu navegador. O conteúdo não é enviado, não fica armazenado e não passa pela rede, o que permite conferir arquivos com informações internas ou sensíveis sem qualquer risco de exposição.
Essa mensagem indica que uma chave ou colchete abriu e nunca fechou, ou que o texto foi cortado antes do fim. O parser chega ao final esperando um fechamento que não existe. O verificador aponta onde o equilíbrio se rompeu para você corrigir.
Não. Ela verifica, localiza e explica cada erro de sintaxe, mas a correção fica com você. Assim você mantém o controle do conteúdo e evita alterações automáticas indesejadas. Basta editar na caixa e verificar de novo até o JSON passar limpo.
Sim. Como a verificação é feita localmente, sem upload, ela é rápida mesmo em documentos extensos. A ferramenta percorre todo o texto e para no primeiro erro de sintaxe, indicando a posição para você localizá-lo sem precisar reler o arquivo inteiro.

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