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Este JSON é válido? Descubra em segundos

Você tem um trecho de JSON em mãos e só quer saber uma coisa: ele é válido? Esta ferramenta gratuita responde na hora.

Resposta imediata: válido ou inválido

🔒

Mostra a posição e o motivo do primeiro erro

Explica as regras que tornam um JSON válido

Verificação local, sem enviar o conteúdo

Custo
Faixa gratuita
Cadastro
Não necessário
Processamento
Depende da ferramenta
Privacidade
Método informado
IframeResponsivoAtribuição incluída

Adicione Validador de JSON ao seu site

Coloque Validador de JSON em um post, documentação, intranet ou portal escolar com um iframe. O processamento, a privacidade e os limites são os mesmos da página completa.

  • Uma linha de HTML pronta para copiar
  • Responsivo — adapta-se a qualquer largura
  • O código não inclui credenciais de API

Código de incorporação

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Atribuição amigável: um pequeno link "Powered by FixTools" aparece no rodapé do embed.

O que torna um JSON válido

A forma mais rápida de saber se um JSON é válido é submetê-lo a um interpretador que siga o padrão. É exatamente isso que a ferramenta faz: ela tenta ler a estrutura com a mesma lógica do JSON.parse e informa o resultado. Se a leitura vai até o fim sem tropeços, o JSON é válido. Se há qualquer desvio das regras, a leitura para no primeiro ponto problemático e você recebe a posição e o motivo. Essa abordagem é confiável porque não depende de opinião nem de heurística: ou o conteúdo obedece à gramática do JSON, ou não obedece. Por isso, colar o trecho e clicar em validar dá uma resposta objetiva em segundos, sem que você precise inspecionar cada caractere manualmente à procura da falha.

A primeira regra que costuma derrubar um JSON é o uso de aspas. Todas as chaves de objeto e todos os valores de texto precisam estar entre aspas duplas. Aspas simples, comuns em JavaScript e em Python, não são aceitas pelo formato JSON. Portanto, uma chave escrita com aspas simples é inválida, enquanto a mesma chave entre aspas duplas passa na validação. Esse detalhe engana muita gente, porque em outras linguagens as duas formas funcionam. Números e os literais true, false e null não levam aspas, mas todo texto sim. Quando a ferramenta aponta um erro logo no início de uma chave ou de um valor, vale conferir se as aspas estão presentes e se são realmente duplas. Trocar aspas simples por aspas duplas resolve boa parte dos JSONs rejeitados no dia a dia.

A segunda armadilha clássica é a vírgula. Dentro de um objeto ou de um array, os itens são separados por vírgulas, mas não pode existir vírgula depois do último elemento. Essa vírgula final, tolerada por muitos editores e pela linguagem JavaScript, é proibida no JSON. Se você remove um campo do fim de um objeto e esquece de apagar a vírgula que sobrou, a estrutura fica inválida. O oposto também acontece: esquecer a vírgula entre dois itens quebra a leitura. A ferramenta costuma apontar esse tipo de problema na posição do caractere seguinte, então, ao ver um erro perto de uma chave ou colchete de fechamento, desconfie de uma vírgula sobrando. Conferir o último item de cada bloco é um hábito que evita muitas rejeições sem que você perceba a origem.

Outra diferença importante em relação a linguagens de programação é que o JSON não aceita comentários. Trechos iniciados por barra dupla ou por barra e asterisco, comuns em arquivos de configuração de código, tornam o conteúdo inválido. Se você precisa documentar um valor, o caminho é usar um campo próprio dentro do próprio objeto, e não um comentário. Além disso, cada chave de abertura precisa de uma chave de fechamento correspondente, e cada colchete de array também. Estruturas profundamente aninhadas facilitam o esquecimento de um fechamento, o que gera erros que só aparecem no fim do arquivo. Quando a ferramenta indica um problema já no final do conteúdo, muitas vezes a causa é um par de chaves ou colchetes que não fechou como deveria em algum ponto anterior.

Vale entender como a ferramenta comunica os problemas. Seguindo a lógica do JSON.parse, ela reporta apenas o primeiro erro encontrado, com a posição no texto e o motivo, em vez de listar tudo de uma vez. Assim, você corrige um ponto, revalida e avança até a estrutura ficar limpa. Todo esse processo é local: o conteúdo colado ou carregado não é enviado para nenhum servidor, o que permite conferir dados sensíveis com tranquilidade. A ferramenta aponta e explica, mas a edição é sua. Se você fornecer um JSON Schema, ainda é possível ir além da sintaxe e verificar se os campos, tipos e restrições correspondem ao esperado. Com ou sem esquema, o objetivo continua o mesmo: confirmar, de forma gratuita e privada, que o seu JSON é válido.

Como usar esta ferramenta

💡

Cole o seu JSON no validador acima e clique em validar para descobrir na hora se ele é válido, direto no navegador.

Como Funciona

Guia passo a passo para este json é válido? descubra em segundos:

  1. 1

    Cole o JSON que quer conferir

    Copie o trecho de JSON que deseja verificar e cole no campo da ferramenta. Você também pode carregar um arquivo .json direto do computador. O conteúdo permanece no navegador durante toda a checagem.

  2. 2

    Execute a verificação

    Clique em validar para que a ferramenta analise a sintaxe com a mesma lógica do JSON.parse. A resposta aparece na hora, indicando de forma clara se o JSON está válido ou se contém algum erro.

  3. 3

    Interprete a resposta

    Se estiver válido, você recebe a confirmação imediatamente. Se não, a ferramenta mostra a posição do primeiro erro e o motivo, como uma aspa faltando, uma vírgula final ou uma chave sem fechamento.

  4. 4

    Compare com as regras de JSON

    Use a explicação desta página para entender por que o trecho falhou. Verifique se todas as strings usam aspas duplas, se não há vírgula após o último item e se não existem comentários no conteúdo.

  5. 5

    Corrija e confirme novamente

    Ajuste o ponto indicado no seu editor e cole o texto de novo para revalidar. Repita o ciclo até que a ferramenta confirme que o JSON está válido e pronto para uso.

Exemplos do mundo real

Situações comuns em que essa abordagem faz diferença real:

Conferir um trecho copiado de um log

Ao copiar um JSON de um log ou de um terminal, é fácil arrastar caracteres extras junto. Cole o trecho na ferramenta para confirmar se ele é válido antes de reaproveitá-lo em um teste ou em uma requisição manual.

Verificar a resposta de uma API antes de consumi-la

Antes de o seu código consumir a resposta de uma API, cole o corpo retornado e confirme se o JSON está bem formado. Descobrir uma estrutura inválida agora evita erros de parse difíceis de rastrear em produção depois.

Validar um exemplo colado da documentação

Exemplos de JSON em documentação nem sempre são copiados de forma limpa e podem trazer aspas tipográficas ou vírgulas finais. Valide o exemplo antes de usá-lo como base para um arquivo de configuração ou um payload de teste.

Dicas profissionais

Obtenha melhores resultados com estas sugestões de especialistas:

1

Desconfie das aspas tipográficas

Textos copiados de editores de documento ou de páginas web às vezes trazem aspas curvas no lugar das aspas retas. Elas parecem iguais, mas invalidam o JSON. Se o erro aparece em uma string aparentemente correta, substitua-as por aspas duplas retas.

2

Olhe o caractere anterior à posição do erro

A posição reportada indica onde a leitura parou, mas a causa costuma estar logo antes, como uma vírgula que faltou ou sobrou. Ao investigar, examine também o item imediatamente anterior ao ponto apontado pela ferramenta.

3

Formate o JSON para enxergar a estrutura

Um JSON em uma única linha esconde chaves e colchetes desalinhados. Depois de validar, formatar o conteúdo com indentação ajuda a visualizar o aninhamento e a confirmar que cada bloco abre e fecha no lugar certo.

FAQ

Perguntas frequentes

Cole o conteúdo na ferramenta e clique em validar. Em segundos você recebe a resposta: válido, ou inválido com a posição e o motivo do primeiro erro. A verificação usa a mesma lógica do JSON.parse, então o resultado é objetivo e confiável.
Os motivos mais comuns são aspas simples no lugar de aspas duplas, vírgula depois do último item, comentários no conteúdo e chaves ou colchetes que não fecham. A ferramenta aponta qual desses problemas interrompeu a leitura e em que posição ele está.
Não. A verificação acontece localmente, dentro do navegador. O conteúdo que você cola ou carrega não sobe para nenhum servidor, o que permite conferir dados sensíveis, como respostas de APIs internas, sem expor nada na rede.
Não. Ao contrário de muitas linguagens, o JSON não permite comentários iniciados por barra dupla ou por barra e asterisco. Se precisar documentar algo, use um campo dentro do próprio objeto. Qualquer comentário deixa a estrutura inválida e será apontado pela ferramenta.
Não. Chaves e strings exigem aspas duplas. Aspas simples funcionam em JavaScript e em Python, mas invalidam o JSON. Se um trecho colado usa aspas simples, troque-as por aspas duplas e valide novamente para confirmar que a estrutura ficou correta.
Não. Ela identifica a posição e o motivo do primeiro erro, mas a correção é feita por você. A ideia é mostrar exatamente onde está a falha e explicar a causa, para que você ajuste o conteúdo no seu editor e revalide.
Não. A verificação é gratuita, sem cadastro e sem marca d'água. Você não fornece e-mail nem cria conta. Basta abrir a página no navegador, colar o JSON e conferir na hora se ele é válido.

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